terça-feira, junho 19, 2007
Governo tenta resolver problema de falta de gasolina
Origem do documento: www.noticiaslusofonas.com, 19 Jun 2007
O governo da Guiné-Bissau está a tentar resolver com o Senegal o problema de falta de abastecimento de gasolina no país, que já está a ser comercializada, disse hoje à Agência Lusa fonte do Ministério de Energia.
"Neste momento, já estamos a comercializar gasolina no país e estamos a manter contactos para tentar resolver o assunto", afirmou a mesma fonte, salientando que a solução mais viável será a de começar a importar aquele combustível via marítima.
Questionado sobre as razões que levaram as autoridades senegalesas a proibir a exportação de gasolina para a Guiné-Bissau, a fonte disse que a "refinaria de Dacar não está a suportar o abastecimento do mercado interno do Senegal e do Mali".
"Quando isso acontece tentam condicionar a exportação de combustível não só para a Guiné-Bissau, como também para a Gâmbia", sublinhou a fonte.
Segundo o Ministério da Energia, isso acontece porque a Guiné-Bissau não tem nenhum acordo com o governo senegalês naquele domínio e o Mali não tem fronteiras marítimas.
O Senegal proibiu as exportações de gasolina para a Guiné-Bissau há cerca de duas semanas.
Segunda-feira, a Agência Lusa verificou que dos dez postos de abastecimento de combustível existentes em Bissau, apenas um tinha gasolina disponível.
O governo da Guiné-Bissau está a tentar resolver com o Senegal o problema de falta de abastecimento de gasolina no país, que já está a ser comercializada, disse hoje à Agência Lusa fonte do Ministério de Energia.
"Neste momento, já estamos a comercializar gasolina no país e estamos a manter contactos para tentar resolver o assunto", afirmou a mesma fonte, salientando que a solução mais viável será a de começar a importar aquele combustível via marítima.
Questionado sobre as razões que levaram as autoridades senegalesas a proibir a exportação de gasolina para a Guiné-Bissau, a fonte disse que a "refinaria de Dacar não está a suportar o abastecimento do mercado interno do Senegal e do Mali".
"Quando isso acontece tentam condicionar a exportação de combustível não só para a Guiné-Bissau, como também para a Gâmbia", sublinhou a fonte.
Segundo o Ministério da Energia, isso acontece porque a Guiné-Bissau não tem nenhum acordo com o governo senegalês naquele domínio e o Mali não tem fronteiras marítimas.
O Senegal proibiu as exportações de gasolina para a Guiné-Bissau há cerca de duas semanas.
Segunda-feira, a Agência Lusa verificou que dos dez postos de abastecimento de combustível existentes em Bissau, apenas um tinha gasolina disponível.